Redução das desigualdades é necessária para fim da epidemia de AIDS, diz nova diretora do UNAIDS Brasil


As respostas dos países à AIDS tiveram grande sucesso ao colocar as pessoas vivendo com HIV em tratamento e ao reduzir as mortes, mas o progresso na redução de novas infecções continua atrasado, principalmente entre jovens e populações-chave.

A avaliação é da bióloga norte-americana Claudia Velasquez, que assumiu esta semana (16) o posto de diretora de país e representante do escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.

“Se não enfrentarmos as desigualdades, o estigma e a discriminação, estes fatores continuarão formando as barreiras que nos impedem de alcançar o fim da epidemia. A pandemia de COVID-19 deixou bem claro para todos nós como as desigualdades afetam o acesso aos cuidados de saúde.” Leia a entrevista completa.

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