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Conselho Nacional de Educação propõe ensino a distância no Ensino Médio


Caso a proposta do Conselho Nacional de Educação (CNE) seja aprovada, estudantes do Ensino Médio sofreriam uma grande mudança em sua grande escolar. Isso porque medida do órgão sugere que 40% das aulas sejam oferecidas no módulo a distância. Isso seria mais uma prerrogativa da reforma do ensino médio já criada pelo governo de Michel Temer, que subdividiu o em cinco áreas do conhecimento a grade escolar nessa faixa estudantil: agora, além das matérias curriculares convencionais (como Português e Matemáticas) os jovens teriam até cinco opções de aperfeiçoamento técnico para concluir os estudos: linguagens, matemática, ciências da natureza ou ciências humanas e ensino profissionalizante.

Entretanto, a medida polêmica do CNE já encontra resistência. Segundo o jornal Folha de São Paulo, o ministro da Educação Mendonça Filho disse que, se aprovada a medida, ele vetará a nova proposta de ensino online. Essa resolução do CNE vem discutida dentro das atualizações sugeridas nas Diretrizes Nacionais Curriculares do Ensino Médio, onde consta essa previsão. Para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), a abertura é de 100% para atividades a distância. Após a publicação da reportagem pela Folha de S.Paulo, Mendonça disse que não havia sido consultado sobre o assunto, ressaltando que não concorda com a abertura de 40% da carga horária para atividades remotas. “O governo não quer isso, não foi discutido no MEC. Não concordo e não passará”, disse. “O debate no CNE é livre, e eu até desconheço a proposta. Quem fala pelo MEC é o ministro”.

Atualmente, o perfil de jovens no ensino médio brasileiro revela que só metade dos jovens de 15 a 17 anos estão na etapa adequada para sua faixa etária. 18% estão no ensino fundamental, 56% cursando o ensino médio, 2% na modalidade de Jovens e Adultos, 3% em Pré-vestibular ou no ensino superior, 7% terminaram o ensino médio, mas não estudam e 15% não estudam e nem concluíram o ensino médio, o que representa 1,7 milhão de jovens. Além disso, o ensino médio estagnou na nota do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) com uma nota de 3,7, quando a meta estipulada é de 4,3 segundo dados da última PNAD 2015 (elaboração do Todos Pela Educação).

A reportagem da Folha de S.Paulo questionou o MEC na sexta-feira (16) sobre o tema por meio da assessoria de imprensa da pasta. Pediu posicionamento específico sobre a proposta de ensino a distância. O ministério, no entanto, se limitou a responder que o CNE era o órgão responsável pela discussão e que aguardava a conclusão para homologação.

Fonte: Folha de São Paulo

 

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